Ainda no museu Stanguellini, o senhor que nos acompanhou e que trabalha para a familia há 40 anos, mostra-me com visivel orgulho o motor de um dos seus "bambini".
Desde o ínicio, a Ferrari usava jantes de raios para os seus automóveis tanto de competição como de estrada, normalmente de uma fábrica italiana, a Borrani. Em 1966, como pace car das 24 Horas de Le mans foi usado um novo modelo, 0 330 GT que foi o primeiro a usar jantes Campagnolo.
É engraçado ver como as pessoas não resistem ao apelo de uma câmara, não é de hoje. Esta foto, em que vemos um Ferrari 340 America, tirada em 1952 antes do início de Le Mans, demonstra-nos isso claramente.
No museu Stanguellini, além dos próprios havia outras maravilhas como dois Porsches 356. Um deles tinha um par de skis e umas "raquetes" para andar na neve, ambos de época. Delicioso!
Dois mitos da indústria automóvel, Alec Issigonis e Enzo Ferrari, numa fotografia tirada em Maranello. Um Sir e um Comendattore, junto a um Mini que, confesso, nunca foi uma das minhas preferências.
No museu Stanguellini, levo uma "ensaboadela" sobre a história do pioneiro do automobilismo na cidade de Modena. Este museu não está aberto ao público e encontra-se nas traseiras de um stand da FIAT propriedade da família. Para além dos Stanguellini, existem também Maseratis,Lolas,Ferraris,Jaguares,Alfa Romeos e Porsches.
João Paulo II visitou Maranello em 1988, um mês antes da morte de Enzo Ferrari, fazendo-se deslocar num Mondial Cabriolet, conduzido por Piero Ferrari único filho vivo do Comendattore.
Um dos meus Ferrari preferido, é também um daqueles com vida mais curta.Utilizando o chassis 2207, a Pininfarina usou várias soluções para o Ferrari 400 Superfast, entre as quais esta com quatro faróis, solução usada de forma definitiva somente dois anos mais tarde no 330 GT.Gosto tanto do carro, que encomendei um modelo feito á mão em França pelo modelista Ilario.Ainda não chegou... a espera mata-me.